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Homens invadem palco do “Dancing with the Stars” para protestar contra Ryan Lochte
Estreou ontem (12) nos EUA, a vigésima terceira temporada do “Dancing with the Stars” que traz entre seus competidores, o nadador Ryan Lochte. A participação do atleta na atração tem o objetivo claro de limpar sua imagem e tentar fazer com que o público esqueça do recente escândalo protagonizado por ele nas Olimpíadas. Mas pelo visto, essa missão vai ser mais difícil do que o próprio imaginava…
Nesta segunda, após a apresentação de Ryan no programa, dois homens invadiram o palco em forma de protesto ao atleta… Os rapazes vestiam camisetas com o último nome do nadador e um círculo vermelho cortado ao meio. No momento da “invasão”, a câmera do programa focalizava a jurada Carrie Ann Inaba, que comentava o desempenho do atleta na dança… Assista:
MAS, se por um lado a TV não mostrou o bapho, por outro, alguns fyfys que estavam na plateia registraram o momento e divulgaram na internet… As imagens mostram os protestantes sendo “barrados” por seguranças da emissora:
Anti-Lochte protestor tackled to the ground at #DWTS pic.twitter.com/ATWrFb34nK
— Patrick Gomez (@PatrickGomezLA) September 13, 2016
Another angle of Lochte protesters on #DWTS #DancingWiththeStars
Why does this remind me of a Trump rally pic.twitter.com/YKCwT5dirE
— DCHomos (@DCHomos) September 13, 2016
Gente, que confusão!!! Em entrevista ao “Entertainment Tonight”, Ryan se disse bastante abalado com o protesto. “Partiram meu coração em pedaços. Quando vi aquilo fiquei muito machucado, fiquei em choque. Mas aí eu olhei pra Cheryl (sua parceira na competição) e ela sorriu e disse ‘Você acabou de fazer o que você disse que não conseguiria. Você dançou na frente de milhões’. E ela estava certa, né?!”
Segundo informações do Departamento de Polícia de Los Angeles, os dois homens identificados como Sam Dododeh (48) e Barzeen Soroudi (40) foram presos após o incidente. Ryan Lochte que mentiu sobre um suposto assalto no Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos, está banido por dez meses das competições esportivas e terá de prestar 20 horas de serviço comunitário. O atleta ainda perdeu todos os seus quatro patrocinadores.














