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De Frente Com Gloss – Leo Dias – O jornalista dos BAPHOS

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PRE-PA-RA! Senta e coloca sua máscara de oxigênio porque o babado vai ser forte, intenso e sufocante! Todo mundo tem mania de dizer “ai, odeio fofoca”, mas vai saber porque os sites de fofoca são os que tem as maiores audiências do Brasil! A verdade é que somos um País de Fifis, mas não só a gente, o mundo inteiro gosta de fuxicar a vida alheia, só não admite! Vamos confessar, a gente adora saber dos outros, mas odeia que saibam da gente! É por isso que gente como Léo Dias gera amor e ódio! Amor daqueles que, como eu, adoram saber um bom babado e ódio de quem odeia ver seus segredos expostos nos jornais e sites do país. Léo costuma dizer que a Fama tem seu preço e que ele está aí para cobrar… Quem deu essa função pra ele, eu não sei, o que eu sei é que ele faz isso muito bem. Ele é quase um CSI dos famosos. E dos não tão famosos assim, é bom dizer. Com uma carreira firmada no jornalismo de celebridades, Léo está acostumado a colocar seus entrevistados contra a parede e arrancar as confissões mais íntimas e inesperadas, mas será que já fizeram isso com ele? Se não fizeram, isso está prestes a acontecer. Prepare-se para acompanhar o “desvirginamento” do Léo Dias, aqui na minha parede cheia de Coroas, onde faço ele falar dos bastidores do mundo da fofoca, com direito a nomes, inclusive da pessoa que chegou a ameaçá-lo de morte! Pegaaaa foooooogo, Cabarééé!!!!

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E quem diria que fofoqueiro podia ser magya? #ChoraLeaoLobo #ChoraNelsonRubens

HG – Pra começar, eu preciso perguntar: você se acha fofoqueiro?
Léo – Acho. Eu tenho curiosidade sobre a vida de todos. Se minha vizinha me contar sobre um caso dela com um amante, eu vou parar e ter o mesmo interesse que tenho na vida das celebridades. Mas eu sei guardar segredo.

HG – Como começou seu interesse pelo mundo das celebs? Foi como eu, desde criancinha, ou a vida te levou pra esse caminho?
Léo – Desde criança eu vejo as novelas. Assistia ao Troféu Imprensa e o sonho da minha vida era participar de uma edição do programa. Gravava programas de TV, finais de novela, Globo de Ouro… Vi Vale Tudo várias vezes no Vale a Pena ver de Novo e também gravei a novela. Sei algumas falas da Maria de Fátima de cor. Quando eu entrei na faculdade, não imaginei que fosse fazer esse tipo de jornalismo. No quarto período, eu mandei uma carta para várias rádios de Portugal dizendo que eu já era formado e me oferecendo para trabalhar como correspondente. Fui contratado pela RDP (Rádio Difusora Portuguesa), que transmitia para todas os países de língua portuguesa na África, além de Portugal, é claro. Nela, fiz o jornalismo dito sério: política, economia, esportes… Viajei o mundo graças à rádio. Fui à Indonésia, consegui entrevistar Xanana Gusmão (líder da revolução do Timor Lest, preso em uma cadeia de Jacarta), fui à Cuba, cobrir a visita do Papa João Paulo II, fui ao Chile cobrir a morte do Pinochet… Mas em 96, fui contratado para ser redator da Revista Amiga. E parei ali por acaso: uma amiga foi chamada, mas tinha vergonha de assumir o cargo em uma revista de celebridades. Depois, fui para a Manchete, Chiques & Famosos, Contigo!, Extra, Yahoo, e hoje aqui no O Dia.

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Alerta Começo de carreira. Fashion Emergency!!

HG – Já ouvi dizer que no meio jornalístico há um preconceito contra os que cobrem celebridade. Todo mundo acha que é menos importante, que é quase um trabalho sujo e feio. O que você acha disso?
Léo – Acho que existe muito preconceito não só no meio jornalístico. As pessoas acham que o que eu faço é algo menor. Mas eu não estou nem aí com o que as pessoas pensam. Paga as minhas contas no fim do mês e me satisfaz profissionalmente. Modéstia à parte, acho que eu faço bem esse trabalho.
Há preconceito muito grande de maneira geral em relação a quem cobre esse tipo de jornalismo. Os próprios artistas acham que os jornalistas que cobrem a vida deles é só gente feia, pobre e mal amada. Eu estou aqui para provar o contrário.

HG – Quantas vezes por dia alguém te manda cuidar da própria vida?
Léo – Muitas vezes. Mas não me preocupo com isso. Inclusive, só sei porque um dos meus assistentes aprova os comentários do blog e me passa o que acontece. Mas se o leitor se deu ao trabalho de entrar ali, é porque não quer só mandar eu cuidar da minha própria vida.

HG – Aí eu quero saber, o seu trabalho prejudica a sua vida pessoal? Você deixa de fazer alguma coisa pra apurar notas, fechar colunas, ir atrás do babados?
Léo – Um dos sucessos da coluna é a minha dedicação. Não vejo diferença da hora em que estou trabalhando ou não. Se estou numa boate e vejo uma cena que me chama a atenção, escrevo na coluna. Sou jornalista 24 horas por dia. Se isso prejudica minha vida pessoal? Não sei…

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Léo socializa muito para saber os baphos. Quem garante que no canudinho da bebida dele não tem uma câmera oculta? #LiviaMariniDasFofocas

HG – Como a sua família lida com a sua profissão? Sua mãe não te liga e diz “meu filho, não faz isso”? Como é?
Léo – Meus pais não lêem porque não se interessam pelo assunto. A minha grande fã é mesmo minha avó, de 93 anos! Ela lê a coluna todos os dias e guarda todas as minhas colunas e reportagens desde o primeiro dia da minha vida profissional.

HG – Léo, você sempre coloca no twitter que “Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique, todo resto é publicidade”. Como você escolhe quem você vai ajudar e quem você vai botar na fogueira?
Léo – Não há uma escolha. Há fatos. O que acontece com um famoso, se tiver relevância e chegar aos meus ouvidos, vai ser publicado. O que não faço é publicar uma nota em cima de suposições. Tem que haver algo de concreto na notícia. Não vou escrever que um ator casado pulou a cerca se não tiver dados que comprovem o que digo: onde ele estava com a amante, quando… E nem em relação a crise. Há algo mais superficial do que crise?

HG – Você já se arrependeu de alguma coisa que você publicou? O quê?
Léo – Já. Quando estava no Extra, falei de uma história envolvendo dois atores e envolvi a Giovanna Antonelli sem necessidade. Não quero entrar em detalhes dessa história, até porque me faz muito mal e me arrependi profundamente. Giovanna é uma pessoa queridíssima, muito talentosa, de um coração gigantesco…. E nós tínhamos uma boa relação na época. Elaligou pra redação, me xingou de todos os nomes, ficou anos sem falar comigo. Eu batalhei, durante muito tempo, para que voltássemos a nos falar. Pedi desculpas, me arrependi, e ela me perdoou. Graças a Deus.

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O perdão de Jade só veio após queimar no mármore do inferno Antonelliano!!! Inshalá!

HG – O jornalismo também é imparcial, mas algumas vezes as notícias são meio tendenciosas. Você costuma tomar partido? Por exemplo, em uma briga de celebridades, se uma é sua amiga e a outra não, você fica do lado da que é sua amiga (mesmo que ela esteja errada)?
Léo  – Eu dou voz a todo mundo. Mas as minhas amigas vão querer falar. As outras, talvez não. E quem conta um conto, aumenta um ponto. A Luma de Oliveira me disse uma vez, uma frase que ficou marcada na minha vida: quem conta a primeira história dita o tom das demais. E acho que ela está certa. Por isso que, às vezes, as pessoas preferem passar as coisa pra mim.

HG – A gente sabe que no meio artístico tem muita gente meio Emily Thorne de “Revenge”, que quer vingança. Você recebe nota de um artista querendo se vingar de outro? Já houve algum caso? Me conta!
Léo – Sim! Muitas vezes. Toda nota passada há um interesse. Eu tento evitar com que esse interesse ultrapasse a verdade dos fatos. O importante é checar, nem que seja cinco vezes, para ver se a história procede, independente se veio através de vingança ou não!

HG – Você é vingativo? Já usou seus métodos pra se vingar de alguém que fez algo contra você?
Léo – Não. A vida se encarrega disso. E eu publico. Kkkkk

HG – Algumas celebridades que dizem que você inventa histórias. Você já publicou alguma coisa sem apurar porque você confiava na fonte?
Léo – Discordo dessa sua afirmação. As celebridades não dizem que eu minto não. Eu não minto, eu incomodo. O problema é que muitas vezes a notícia toma proporções muito grandes, que até eu me assusto. Podem me chamar de qualquer coisa na vida, menos de mentiroso. Eu não minto!

HG – Qual a diferença entre o seu blog de notícias e a sua coluna? No seu blog você pode opinar e na sua coluna não? Existe alguma coisa assim ou é tudo igual?
Léo – Tudo o que é publicado na coluna, sai no blog. A diferença é que existe uma parte da coluna chamada Pronto, Falei, que é mais adjetivada. É lá que estão as notas cifradas. Tem mais bom humor, eu brinco mais. As outras notas são mais sérias, mesmo. Com texto mais rebuscado.

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Um look comportado para a foto da coluna, mas repare no peito estufado, de poder e glória.

 

HG – Você acha que é preciso ser gay ou mulher pra fazer jornalismo de celebridades? Tem homens hetéros fazendo matérias desse tipo ou não? Por que?
Léo – Se tem homem hétero fazendo jornalismo de celebridade, eu não conheço. É igual a enterro de anão. Dizem que tem. Mas eu nunca vi.

HG – É verdade que você é super amigo de motoristas, camareiras, faxineiros, pois eles são os que tem as melhores notícias? Como você faz essas amizades?
Léo – Olha, não sou um jornalista exemplar. Minha escrita não é sensacional, não fui o melhor aluno da classe, não passei pra universidade pública… Mas acho que Deus me deu um talento: carisma! Quem me conhece, gostam de mim. As pessoas acham que eu sou vilão, que eu sou Félix… Eu não sou nada disso. Eu sou do bem. Eu sou bonzinho… Não sou bicha má. Mas, modéstia à parte, sei do meu valor e sei que ninguém, no jornalismo de celebridade, apura tão bem como eu. Mas Gloss, desculpa… Não vou contar quem são as minhas fontes! E te garanto que elas não gostariam de aparecer.

HG – No “Muito Mais” você fez entrevistas no vídeo, assim como no Yahoo. Você acha que foi bem? Recebeu críticas? Você tem vontade de ter um programa de TV?
Léo – No início eu achei que fui muito mal, péssimo. Recebi muitas críticas. As pessoas me achavam agitado para vídeo. As críticas estavam corretíssimas. E acho que tenho que aprender muito para fazer TV. Mas posso afirmar que ninguém tem coragem de fazer as perguntas que eu fazia, não fazia entrevistas sem graça, as minhas entrevistas tinham conteúdo. Disso, ninguém pode dizer o contrário. O Belo falou isso uma vez e acho que ele tem razão: sou a viado mais macho que ele conhece.

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Léo foi repórter do extinto “Muito Mais”, da Band. A Galisteu o chamava de “Repórter Bomba”. Será pelo físico ou pelos baphos?

HG – Eu tenho a impressão de que você é uma pessoa muito ansiosa. Você sempre quer postar as notícias antes da coluna sair, quer twittar logo que o bapho acontece. Você sofre com isso? Você precisa de notícias o tempo todo?
Léo – Não gosto de ficar sentado em cima da notícia. Se algo acontece e eu sei, quero dar logo. Ser o primeiro! Chegar na frente. Não sei se isso é um defeito ou uma qualidade, mas quero noticiar primeiro. Sou assim na minha vida normal também. Chego na casa da minha mãe querendo contar a novidade que aconteceu na vida da minha tia. E se minha irmã contar primeiro, eu brigo!

HG – Essa ansiedade te prejudica no seu dia-a-dia? Deve ser dificil conviver com quem está ligado no 220v o tempo todo! O seus relacionamentos sobrevivem?
Léo – Me prejudica diariamente porque exijo que as pessoas que estão ao meu redor tenham a mesma velocidade que eu. E cobro que as coisas no mundo também aconteçam na minha velocidade. E sei que não funciona. Isso me prejudica e, às vezes, me deprime até.

HG – Quem é a celebridade que você mais odeia? E a que mais te odeia?
Léo – Estou proibido judicialmente de falar o nome da celebridade que mais odeio e acredito que seja ela a celebridade que mais me odeie também. Só posso dar uma dica: ela desfila pelo Projac com bolsas falsificadas e recebeu o cachê da Playboy com uma nota fria para burlar o Imposto de Renda. Fina a moça em questão, não é?

HG – Outro dia você entrevistou a Tatá Werneck e no meio da entrevista você falou que o Pedro Cardoso era Uó, e você publicou. Quem mais é o Uó, que você não tem medo de dizer?
Léo – É pouco dizer que Pedro Cardoso é uó. Ele destrata não só a imprensa, como os fãs de uma maneira geral. Quem mais é uó? Uó é muito relativo. Vai de Ariadna a Luana Piovani. São tantas…

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A lista negra de Léo Dias. Você não quer estar nela…. #TenhaMedo #AcendaUmaVela

HG – Muito artista puxa seu saco só para que você não publique notinhas ruins sobre eles? E isso funciona?
Léo – Acho que não puxa não. E, se puxar, não funciona não! Odeio gente puxa-saco!

HG – Como é seu código de ética? O que você não publica?
Léo – Não publico inverdade. Isso é o básico! Não publico nominalmente traição de gente casada. Não deixo de noticiar porque é um fato, mas retiro os nomes dos envolvidos em respeito à família. Muitas vezes, o casal tem filhos… Não publico nomes de pessoas que vivem no armário também. A exceção foi o caso da Daniela Mercury porque existia um relacionamento estável entre a assessora dela e uma terceira pessoa. E Daniela foi lá e “roubou” a menina. Isso é o fim da picada.

HG – Quem são os intocáveis da imprensa de celebridades brasileira? Sobre quem não se fala? Existem essas pessoas? Por que elas são protegidas?
Léo – Eu tenho muita sorte de trabalhar num veículo que não está atrelado a nenhuma emissora de TV e a nenhum grupo político nem econômico. Mas sei que para toda ação, existe uma reação. E sei o poder dos advogados de algumas pessoas poderosas da TV. Mas afirmo com todas as letras: não existe pessoa intocável. Preciso apenas juntar uma boa quantidade de provas. E meu advogado falar, pelo menos, o português correto para me defender nas audiências (risos).

HG – Já te ameaçaram de morte por conta de alguma nota?
Léo – Já. Essa eu posso falar sem problemas porque quem me ameaçou já está a sete palmos abaixo da terra. Marcelo Silva, ex-marido de Susana Vieira.

HG – O que você acha do que se tornou a sua antiga coluna “Retratos da Vida”?
Léo – Quando eu era o titular da Retratos da Vida, imprimi a minha cara na coluna. Hoje, o Leonardo Ferreira fez o mesmo: imprimiu a cara dele na coluna. Trabalhamos juntos no Extra e por isso posso afirmar que a Retratos hoje tem o tom do jornalista Leonardo Ferreira. Nada mais.

HG – A Fabíola Reipert é uma das jornalistas mais polêmicas atualmente. Vocês são amigos? As notinhas dela são cheias de veneno, rs… Podemos confiar?
Léo – Sou amigo da Fabíola. Meus amigos não têm defeitos.

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Léo e Fabíola, o que a fofoca uniu, o homem o não separa. #UnidosPelosBaphos

HG – Você já quis parar alguma vez? Mudar de ramo, de estilo, fazer outra coisa? Nunca cansou desse mundo?
Léo – Eu me canso, às vezes. E não sei se fico muito tempo nesse ramo. Fazer uma coluna 365 dias por ano é estressante demais, é árduo demais. Tô ficando velho e é puxado demais. Acho que eu mereço ter uma qualidade de vida melhor daqui a uns anos. O único problema é que gosto muito do que eu faço. E não vou saber ser um chefe sem botar a mão na massa. O problema dos editores hoje em dia é que eles esquecem que um dia foram repórteres. Se é que foram um dia. Gosto de apurar e amo ser o primeiro do Brasil e levar uma notícia.

HG – Você está solteiro? Essa língua grande está servindo pra outras coisas também? Rs..
Léo – Solteiro, sim. Sozinho, nunca. Acabei de sair de um relacionamento e estou amando ficar solteiro.

HG – No Rio você acaba indo para vários eventos e estando entre várias celebridades. De alguns você é amigo, para outros é persona non grata. Como é essa saia justa?
Léo – Não entro de bicão em nenhum lugar. Se estou lá é porque fui convidado ou estou pagando. Então, quem está incomodado que se mude. Entro pela porta da frente e saio pela porta da frente.

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Léo Dias é quase embaixador da Vila Isabel, junto com Sabrina Sato.

HG – Você já se envolveu em algumas polêmicas com artistas, algumas brigas no twitter. Você tem o gênio muito dificil?
Léo – Tenho. Mas dizendo por favor, desculpa e uma palavra doce, as pessoas conseguem tudo de mim. Só não me ameace porque eu não tenho medo de ameaça: nem de artista, nem de anônimo, nem de ninguém.

HG – Um dia você pretende lançar um livro contando tudo o que você não contou? Quais os seus planos pro futuro, quando você cansar de escrever sobre famosos?
Léo – Pretendo. Dia 19 de julho vai ser votado no Congresso Nacional, a Lei do Marco Civil. Com a aprovação dessa lei, vai ser possível, por exemplo, a publicação de biografias não autorizadas, como acontecem em quase todo o mundo. Eu tenho muita história pra contar, sobre muita gente. Muitas são apenas curiosidades e algumas nem são depreciativas. São os bastidores da notícia mesmo, desconstruindo alguns mitos que criaram. Aliás, acho que essa é uma das minhas funções no jornalismo de celebridades. Eu não faço um jornalismo chapa branca. Não sou a revista Caras e nem quero ser. Mostro que a celebridade é gente como a gente: briga com o marido, trai a mulher, deve condomínio, enfim, mostro aquilo que muita gente não quer mostrar. E isso é jornalismo, sim.

por Diogo Alcantara, 3 de June de 2013

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