Cinema
“Não é fácil fazer uma cena que pede ereção”, comenta Juliano Cazarré sobre nu frontal no cinema
No ar como Mc Merlô, em “A Regra do Jogo”, Juliano Cazarré poderá ser visto também nos cinemas, a partir desta quinta-feira (14). O ator protagoniza “Boi Neon”, longa elogiado por publicações internacionais especializadas como “Variety” e “The Hollywood Reporter” e premiadíssimo nos festivais de Veneza e Toronto.
No filme, ele aparece na pele de um vaqueiro, que nas horas vagas é designer de moda. Para transitar entre universos tão distintos, Cazarré se arriscou na agulha e no curral. “Apesar dessa minha pinta de garotão, queria que o personagem fosse genuíno. Então, fui pensando nisso, virilidade versus vulnerabilidade. Tinha que costurar, ficava com agulha e linha nas mãos. Descosturava, para pegar o jeito. Ao mesmo tempo, acordava cedo e ia tocar os bois no curral, tirava leite de vaca. Faço um homem com tarefas femininas”, explicou, em entrevista ao colunista Bruno Astuto.
No filme de Gabriel Mascaro, o ator ainda encara o desafio de uma forte sequência de nu frontal. E pelo visto, não foi nada fácil… “Desde que decidi ser ator nada foi confortável. A gente trabalha com isso, o embaraço. Não é fácil fazer uma cena que pede ereção. Fiquei constrangido. Não sou ator pornô, não vou penetrar ninguém, por mais que as pessoas que assistem acreditem nisso. É forte, mas é uma cena bem filmada. Incomoda também”.
Gente, já quero ver esse filme!!! E juro que não é (só) por essa cena, não… assistam o trailer que vocês vão entender…
















