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#GlossyDivas – LIFE IS BUT A DREAM por Gloss

Não consigo escrever este texto com imparcialidade. Sou fã, sim, então me deixa liberar toda essa vontade de marcar #BeyoncéDiva na testa por meio deste post, antes que eu corra pro primeiro tatuador aberto.

Meu Deus. Eu não sei como se chamam os fãs da Bey, nunca fomos batizados, como os little monsters, mas acho que devíamos nos unir para agradecer essa obra prima. A verdade é que a Beyoncé mostrou como é que uma diva responde a rumores. Ela não twitta, ela não cria brigas, ela mal responde a entrevistas, ela apenas lança um documentário provando por A + B que é tudo mentira. É o VRAAA mais bem dado da história midiática. É tipo: “Tenho uns milhões sobrando, vou calar a boca de uns imbecis e aproveito e ganho uma mídia.”

Agora vamos aos fatos.

O documentário é um show de edição. E se não foi todo gravado como um plano (nunca se sabe, né, gente), com certeza faz a Beyoncé ser uma pessoa mais esquisita do que eu imaginava, afinal ela tem um personal BBB. Poderia liberar o pay per view, né? Eu ia passar o dia assistindo. (Acho que sou mais esquisito que ela, kkkk).

Apesar de tocar em pontos polêmicos, como a sua ruptura com o pai e o quanto isso abalou a relação deles (afinal, ela fez Listen pro pai dela? Pelo filme pareceu), o filme toca superficialmente nos baphos de verdade. Sou fã, mas não sou besta. Por exemplo: Ela mostra a barriga, OK…. Mas aí, quando vai pro rosto dela, tem um corte. Somos peritos em analisar vídeos de webcam (um beijo, Yuri #FelinaFeelings), e provar uma gravidez mostrando apenas uma barriga é meio suspeito. Acho que a intenção talvez tenha sido essa mesmo, a de polemizar, afinal, it’s show business after all.

Meus momentos preferidos são os vídeos caseiros, claro, sofrendo nos ensaios do Billboard Awards (muito fofa, gente!!!) e ela bitch odiando tudo do especial A Night with Beyoncé, até porque é mesmo o show mais cafona dela. Agora está explicada aquela patacoada.

Agora, deixando a entidade de fã de lado, preciso dizer que o documentário expõe um pouco a Beyoncé no sentido de mostrar como ela está repetitiva. Realmente, ela é maravilhosa, deusa, diva, mas precisa de novos hits. Olhando o filme, você percebe que o Super Bowl é uma compilação de tudo o que ela fez nos últimos tempos.

De inovador ali, só as Destiny’s Child (olha a ironia, as DC serem novas em pleno 2013) e o formato do palco com rostos. Não teve uma única música nova com um feat, e até o efeito de sua multiplicação no painel de LED ela já usou no Billboard, até os bailarinos foram multiplicados… Nesse quesito, realmente Madonna tombou. Não há o que discutir.

Mas vêm álbum e show novos por aí, e acho que, como ela disse no documentário, ela precisava mesmo ser honesta consigo mesma no último álbum, e o RnB nunca decepciona.

Enfim, o documentário é pra quem AMA Bey e pra quem não ama também. Além de ter ótimos números musicais, tem uma estrutura narrativa bem construída. O roteiro é bom e passa uma ilusão de que qualquer um pode virar uma Bey quando você assiste aos videozinhos dela pirralha. Não custa sonhar, né? Como ela mesma diz, Life is but a dream!

Quer baixar o Torrent em HD?  Aqui

A dica para assistir online é do BeyonceNow

por Diogo Alcantara, 18 de February de 2013

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